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Farmacocinética e Farmacodinâmica

  1. Draxxin® alcança níveis máximos de concentração plasmática em apenas 15 minutos

    O comportamento farmacocinético de Draxxin® em suínos foi investigado em dois estudos. O primeiro estudo avaliou as concentrações plasmáticas da droga após a administração endovenosa e intramuscular de Draxxin® em suínos saudáveis.

    • Resultados do estudo farmacocinético apresentados na Figura 4 mostram que as concentrações plasmáticas obtidas após injeção intramuscular são semelhantes aos níveis obtidos por via endovenosa.
    • Draxxin® é rapidamente liberado do local de injeção intramuscular conforme demonstrado pelo valor de Tmax de 15 minutos obtido no estudo.

    Figura 4. Concentrações plasmáticas da droga após administração endovenosa* e intramuscular.

    Tulatromicina no plasma (µg/mL)

    *Via de administração não aprovada

    • A droga é extensamente distribuída, conforme indicado pelo alto valor de volume aparente de distribuição, além de ser altamente biodisponível (88%).
  2. Draxxin® se move rapidamente em direção aos pulmões, onde se localizam os agentes bacterianos causadores dos problemas respiratórios

    Um segundo estudo farmacocinético avaliou as concentrações da droga no plasma e pulmões após administração intramuscular de Draxxin® em suínos saudáveis.

    • A concentração máxima de Draxxin® nos pulmões excede de longe a concentração plasmática de Draxxin®, conforme representado na Figura 5.
    • Draxxin® rapidamente atinge altas concentrações de droga nos pulmões e permanece com excelente persistência nos tecidos pulmonares.

    Figura 5. Perfis farmacocinéticos comparativos dos estudos de concentração do plasma e dos pulmões.

    Tulatromicina no plasma (µg/mL)

    Dias após a administração
    Relevância clínica dos dados não esta belecida

  3. Estudo comparativo plasma/pulmões

    A Tabela 1 resume os resultados do estudo comparativo entre o plasma e os pulmões.

    • Após administração intramuscular, Draxxin® foi extensivamente distribuído nos tecidos pulmonares, alcançando altas e prolongadas concentrações nos pulmões, até 61 vezes a área plasmática sob a curva do plasma.
    • A concentração máxima nos pulmões de aproximadamente 3,47 µg/mL foi alcançada 24 horas após a administração (as primeiras amostras pulmonares contendo tulatromicina foram obtidas em apenas 12 e 24 horas após o tratamento), excedendo de longe os níveis máximos de concentração plasmática de 0,581 µg/mL.
    • O período de meia-vida para eliminação nos pulmões foi extremamente longo, de aproximadamente seis dias.

    Tabela 1: Farmacocinética do Draxxin® no plasma e pulmões de suínos após administração intramuscular a uma dose de 2,5 mg/kg de peso corpóreo.

    Tulatromicina Plasma Pulmões
    Tmax= tempo para se alcançar concentração máxima
    Cmax= concentração máxima t1/2= tempo de meia-vida
    AUC = área sob a curva concentração x tempo
    A relevância clínica destes dados não foi estabelecida
    Tmax(horas) 0,92 24
    Cmax(µg/mL) 0,581 3,47
    tmax(µg/mL) 49-91 142
    AUC (ng h/mL) 12.200 749.000
    AUC pulmões/AUC plasma - 61,4
  4. Metabolismo e
    Eliminação

    • O perfil metabólico de Draxxin® foi investigado em 16 suínos tratados com uma única injeção intramuscular na dose recomendada de 2,5 mg/kg de peso corporal.
    • Análises quantitativas e qualitativas foram feitas em uma variedade de tecidos do corpo, bem como em fezes e urina.
    • Resultados indicam que Draxxin® não é extensivamente metabolizado e a droga é eliminada principalmente na sua estrutura ativa.
    • A eliminação de Draxxin® via fezes e urina durante um período de 35 dias após o tratamento está resumida na Figura 6.

    Figura 6. Eliminação de Draxxin® de suínos.

    Eliminação

    Porcentagem de Acúmulo da dose (12C) excretada

    Dias após a administração

  5. Acúmulo nas células

    Pesquisa recente indica que o acúmulo de Draxxin® em células do sistema imunológico é uma poderosa característica da droga. A droga se acumula nos macrófagos alveolares e neutrófilos e é depois liberada lentamente de tais células nos locais de infecção bacteriana.

    Resultados do estudo (Figura 7) demonstram que o acúmulo da droga em neutrófilos e macrófagos alveolares foi significativamente (P < 0.03) maior para Draxxin® quando comparado ao controle eritromicina, com proporções intracelulares/extracelulares aproximadamente 6 e 4 vezes maior para a tulatromicina, respectivamente.

    Figura 7. Acúmulo de tulatromicina em células do sistema imunológico.

    Absorção de droga por fagócitos

    Proporção intracelular/extracelular

Draxxin® não deve ser utilizado em animais com hipersensibilidade ao produto. A retirada do medicamento deve ser feita cinco dias antes do abate.